
Definitivamente a palavra que eu menos gosto é o “tchau”. E qualquer tipo de derivação desta. odeio despedidas, o acenar de mãos, odeio saber que algo está indo embora, ainda mais quando é pra longe, quando sei que não preciso só virar a esquina pra dizer oi. A grande questão não é a despedida em si, mas o sentimento de que mesmo que temporariamente você está perdendo algo. Essa vazio na barriga que nada que você coma pode preencher. E depois de alguns dias vem a saudade… ahhh, talvez da saudade eu goste menos ainda.

(Source: fuckyeahtattoos)
“Um dia vamos nos encontrar. Eu acredito nisso com todo o meu coração. Até que esse momento chegue, eu quero que você mergulhe em busca dos seus sonhos. Eu quero que você confie no seu coração. Eu quero que você viva por amor. E quando você estiver pronto venha me encontrar. É, eu estarei esperando.” (Charlie St. Cloud)

e o amor se fez maior que nunca…
“Maria era de formas, fôrmas, formosuras. João era de retas, rotas, risos. Ela era América do Sul, ele América do Norte. Parecidos, mas diferentes. Maria era mulher de reticências, João era homem de pontos finais. Maria gostava do cheiro de novo dos inícios, João do cheiro de novo dos fins, novos fins. Maria gostava da letra J de João, João gostava da letra M de Maria. Maria gostava de escutar música, João era feito de melodias. Maria era de alma doce, João gostava do açúcar que adoça a língua. Maria era desejo, João era realização. Maria sonhava com João, João com Maria. Ah, Maria e João… Quem visse até dizia, que eram feitos um para o outro…
E não é que eram? Maria era João. João era Maria.”
Tom – Espera, e se você se apaixonar?
Tom – O que foi?
Summer – Você não acredita nisso, acredita?
Tom – É amor, não é Papai Noel.
Não entendo distâncias tão longas.
